El estatuto ético de la supervisión psicoanalítica

de la pedagogía al no-saber operante

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31683/stylus.v1i52.1282

Palabras clave:

Psicoanálisis, Supervisión psicoanalítica, Acto analítico, Deseo del analista

Resumen

El texto aborda el estatuto ético de la supervisión psicoanalítica desde la orientación lacaniana, situándola en el campo del no-saber operante, lejos de la pedagogía. La supervisión psicoanalítica inscribe su marca cuando lee, en retroacción, los efectos del acto analítico y vuelve a poner en escena la posición del analista en el tratamiento. En este recorrido, se proponen tres zonas de lectura – pre-texto, texto y pos-texto – articuladas a los momentos lógicos de ver, comprender y concluir. Esta arquitectura teórico-clínica privilegia los tropiezos del decir, el corte y la puntuación como operadores que discontinuán el sentido y permiten localizar el punto de inscripción del sujeto. En este campo-encrucijada, la supervisión psicoanalítica se orienta por una ética que desarma el saber-tapón y barra el retorno del amo. En lugar de transmitir técnica, pone en juego la rectificación de la posición del analista, el deseo del analista y el sostenimiento del lugar de causa desde donde el acto produce sus efectos.

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Biografía del autor/a

Peter Augusto Da Silva, Fórum do Campo Lacaniano de BH - EPFCL/Brasil | PUC Minas

Psicanalista, em formação permanente, pelas Formações Clínicas do Fórum do Campo Lacaniano. Membro da Internacional dos Fóruns da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano (IF-EPFCL) e da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano - Brasil (EPFCL-Brasil). Especialista em Intervenção Psicossocial no Contexto de Políticas Públicas (Centro Universitário UNA). Mestrando em Psicologia (PUC - Minas). 

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Publicado

2026-06-30

Cómo citar

Da Silva, P. A. . (2026). El estatuto ético de la supervisión psicoanalítica: de la pedagogía al no-saber operante. Revista De Psicoanálisis, 1(52), pp. 65–78. https://doi.org/10.31683/stylus.v1i52.1282

Número

Sección

TRABAJO CRÍTICO CON LOS CONCEPTOS

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