El estatuto ético de la supervisión psicoanalítica
de la pedagogía al no-saber operante
DOI:
https://doi.org/10.31683/stylus.v1i52.1282Palabras clave:
Psicoanálisis, Supervisión psicoanalítica, Acto analítico, Deseo del analistaResumen
El texto aborda el estatuto ético de la supervisión psicoanalítica desde la orientación lacaniana, situándola en el campo del no-saber operante, lejos de la pedagogía. La supervisión psicoanalítica inscribe su marca cuando lee, en retroacción, los efectos del acto analítico y vuelve a poner en escena la posición del analista en el tratamiento. En este recorrido, se proponen tres zonas de lectura – pre-texto, texto y pos-texto – articuladas a los momentos lógicos de ver, comprender y concluir. Esta arquitectura teórico-clínica privilegia los tropiezos del decir, el corte y la puntuación como operadores que discontinuán el sentido y permiten localizar el punto de inscripción del sujeto. En este campo-encrucijada, la supervisión psicoanalítica se orienta por una ética que desarma el saber-tapón y barra el retorno del amo. En lugar de transmitir técnica, pone en juego la rectificación de la posición del analista, el deseo del analista y el sostenimiento del lugar de causa desde donde el acto produce sus efectos.
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