Malestar en el psicoanálisis

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DOI:

https://doi.org/10.31683/stylus.v1i52.1305

Palabras clave:

Malestar, Psicoanálisis, Formación del analista, Despegar

Resumen

Nos cuestionamos, con extrañeza, sobre el uso del psicoanálisis en las redes sociales y la búsqueda incesante de “me gusta”, así como sobre el posicionamiento de los psicoanalistas frente a las inquietudes y subjetividades propias de nuestra época. ¿Sería posible sostener tal posicionamiento y, aun así, mantener el agujero (furo) inherente al psicoanálisis? Notamos una cierta división y malestar en el psicoanálisis, en la que se interroga qué significa ser lacaniano: quiénes serían los verdaderos psicoanalistas y los charlatanes, o bien los buenos y malos analistas, e incluso, quiénes son los analistas que verdaderamente llegaron al final de sus análisis y quiénes no. ¿No serían tales cuestionamientos una forma de segregación? Además, Lacan (1960-1961/2010) advierte que “el analista debe ausentarse de todo ideal de analista”. ¿Habría una forma de dar tratamiento al malestar de manera desafectada y desprovista de ilusiones? La formación del analista y sus dispositivos de la Escuela caminan en la dirección de los análisis: despegar, separar.

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Publicado

2026-06-30

Cómo citar

Costa Martinez, M. (2026). Malestar en el psicoanálisis. Revista De Psicoanálisis, 1(52), pp. 19–28. https://doi.org/10.31683/stylus.v1i52.1305

Número

Sección

TRABAJO CRÍTICO CON LOS CONCEPTOS