La fantasía fundamental

infantil de valor universal?

Autores/as

  • Ruben Artur Lemke Fórum do Campo Lacaniano de Mato Grosso do Sul

DOI:

https://doi.org/10.31683/stylus.v1i51.1203

Palabras clave:

Fantasía fundamental, Ontología, Infantil, Sujeto

Resumen

El presente artículo, partiendo de la idea de que la fantasía es fundamental también en sentido ontológico, propone la pregunta: si la arquitectura del concepto remite al infantil de cada sujeto, ¿es posible pensar la fantasía como el infantil de valor universal? Se trabajarán tres argumentos. Primero, al estructurar la relación del sujeto con la falta, la fantasía crea un guión que determina el modo en que el sujeto está en el mundo. Segundo, la fantasía es un recurso a lo desamparo frente al enigma del deseo del Otro, una defensa contra el agujero de lo real y contra los efectos de división de la castración simbólica. Tercero, en la fantasía el ser del sujeto es indicado como hendidura y tiene estructura de corte, en el punto donde el ser se manifiesta como límite del simbólico.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Biz, R. (2023). Conhecer a fantasia (é) fundamental. Berggasse 19, 13(1), 89-101. Recuperado em 29 de julho, 2025, de https://berggasse19.emnuvens.com.br/revista/article/view/94

Calligaris, C. (1986). Hipótese sobre o fantasma na cura psicanalítica. Porto Alegre: Artes Médicas.

Cassin, B. (2013). O ab-senso de Lacan de A a D. In A. Badiou. Não há relação sexual: duas lições sobre “O aturdito” de Lacan. Rio de Janeiro: Zahar.

Freud, S. (1996). Carta 52. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. I, pp. 281-287). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1886)

Freud, S. (1996). Carta de 21 de setembro de 1897. In S. Freud. A correspondência completa de Sigmund Freud para Wilhelm Fliess (1887-1904) (pp. 255-257). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1897a)

Freud, S. (1996). Rascunho L. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. I, pp. 297-300). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1897b)

Freud, S. (1996). Rascunho M. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. I, pp. 300-303). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1897c)

Freud, S. (1996). Escritores criativos e devaneio. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. IX, pp. 135-143). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1908)

Freud, S. (1996). Formulações sobre os dois princípios do funcionamento psíquico. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras completas de Sigmund Freud (Vol. XII). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1911)

Freud, S. (1996). Um caso de paranoia que contraria a teoria psicanalítica da doença. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. XIV, pp. 267-279). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1915)

Freud, S. (1996). Os caminhos da formação do sintoma. Conferências introdutórias sobre psicanálise. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. XVI, pp. 361-378). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1917a)

Freud, S. (1996). História de uma neurose infantil. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. XVII, pp. 15-129). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1917b)

Freud, S. (1996). Uma criança é espancada: uma contribuição ao estudo da origem das perversões sexuais. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. XXVII). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1919)

Freud, S. (1996). A perda da realidade na neurose e psicose. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. XIX, pp. 203-209). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1924)

Freud, S. (1996). Uma nota sobre o ‘bloco mágico’. In S. Freud. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud (Vol. XIX, pp. 253-259). Rio de Janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1925)

Jorge, M. A. C. (2010). Fundamentos da psicanálise de Freud a Lacan: a clínica da fantasia (Vol. 2). Rio de Janeiro: Zahar.

Kaufmann, P. (1996). Dicionário enciclopédico de psicanálise: o legado de Freud e Lacan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.

Lacan, J. (1974-1975). O seminário, livro 22: R.S.I. Inédito.

Lacan, J. (1998). A direção do tratamento e os princípios de seu poder. In J. Lacan. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. (Trabalho original publicado em 1958)

Lacan, J. (1998). Subversão do sujeito e dialética do desejo no inconsciente freudiano. In J. Lacan. Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. (Trabalho original publicado em 1960)

Lacan, J. (2010). O seminário, livro 8: a transferência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. (Trabalho original publicado em 1960-1961)

Lacan, J. (2016). O seminário, livro 6: o desejo e sua interpretação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. (Trabalho original publicado em 1958-1959)

Lacan, J. (2024). O seminário, livro 14: a lógica da fantasia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. (Trabalho original publicado em 1966-1967)

Lemke, RA (2024). Litorais da falta: marcas do pensamento de Heidegger na teoria do desejo em Lacan. São Paulo: Dialética.

Publicado

2025-10-16

Cómo citar

Lemke, R. A. (2025). La fantasía fundamental: infantil de valor universal?. Revista De Psicoanálisis, 1(51), pp. 59–70. https://doi.org/10.31683/stylus.v1i51.1203

Número

Sección

TRABAJO CRÍTICO CON LOS CONCEPTOS