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Arquivos - Página 2
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Família e inconsciente II
n. 16 (2008)A família mudou, mas o que nela permanece? Diante das transformações sociais contemporâneas, de novas configurações parentais e das novas formas do Direito de intervir nos laços interpessoais, muito se fala na "crise" ou no "fim" da instituição familiar. Contudo, do ponto de vista da psicanálise, a família continua viva e desempenhando seu papel estruturante.
Neste 16.º volume da revista Stylus, publicação da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL), psicanalistas e pesquisadores debruçam-se sobre a família não como uma forma biológica ou jurídica rígida, mas como uma construção da realidade psíquica e lugar de transmissão da falta, do desejo e do inconsciente.
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Sumário
Editorial
7 – Andréa BrunettoEnsaios
13 – Joan Salinas-Rosés: Psicanálise e psicoterapia. O desejo do analista?
23 – Gabriel Lombardi: Nomeação e tipo clínico
31 – Vera Pollo: Vozes de famíliaTrabalho Crítico com os Conceitos
45 – Colette Soler: Nomeação e contingência
53 – Zilda Machado: A família está viva!
67 – Bárbara Guatimosim: Da filiação à nobre bastardia: linhagem real do desejoDireção do Tratamento
77 – Bernard Nominé: Amor e sintoma: os laços do amor e o nó do sintoma
89 – Lenita Pacheco Lemos Duarte: O “guardião” dos filhos nas separações conjugais e divórcios: de quem é a escolha?Entrevista
105 – Andréa Brunetto entrevista Manel Rebollo: O Campo Lacaniano na EspanhaResenhas
125 – Didier Castanet: Le Séminaire, livre XXIII: le sinthome, de Jacques Lacan
131 – Andréa Brunetto: O inconsciente a céu aberto na psicose, de Colette Soler
135 – Vera Pollo: A subjetividade por vir – ensaios críticos sobre a voz obscena, de Slavoj Zizec---------------------------------------
Equipe Editorial
Andréa Brunetto (coordenadora)
Andréa Hortélio Fernandes
Alba Abreu Lima
Daniela Scheinkman-Chatelard
Maria Helena Martinho -
Família e inconsciente I
n. 15 (2007)Ao escutar o infantil em seus pacientes, Freud descobriu o inconsciente e constatou que eles falavam incessantemente de suas famílias. Se a civilização se constitui a partir do embate e da oposição necessária entre as gerações — no qual a neurose atesta o impasse em libertar-se da autoridade dos pais —, a psicanálise desvela que a família é transmissora não apenas de regras, mas dos significantes e do mal-entendido do verbo que tecem o destino do sujeito, enlaçando inconsciente, histórias familiares e sintoma.
Neste 15.º volume da revista Stylus — publicação semestral da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) dedicada à temática "Família e inconsciente I", eixo do VIII Encontro Nacional ocorrido em Aracaju —, psicanalistas e pesquisadores investigam a família não como um mero arranjo social ou biológico, mas como uma realidade psíquica. Por meio de reflexões conceituais, diálogos com a literatura e recortes da clínica, a edição examina como os significantes e a trama parental estruturam a transmissão da neurose, os impasses do desejo e as respostas sintomáticas do sujeito.
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Sumário
Editorial
7 – Andréa BrunettoEnsaios
11 – Carmem Gallano: Família e inconsciente
25 – Elza Ferreira Santos: Lavoura Arcaica: Uma família, um complexo de amor e cinzas
35 – Fabiano Chagas Rabelo: A transmissão da neurose nas relações familiares em "Cem anos de solidão"Trabalho Crítico com os Conceitos
45 – Bernard Nominé: O sintoma e a estrutura familiar
57 – Ana Laura Prates Pacheco: A infância generalizada na sociedade contemporânea: o que pode o dispositivo psicanalítico frente ao dispositivo de infantilidade?
73 – Manuel Baldiz: Variações do fim da análise e sua incidência na formação dos analistasDireção do Tratamento
91 – Alba Abreu Lima: A dimensão trágica da escolha do sujeito
101 – Maria Vitoria Bittencourt: A criança: marca de que interesse?
111 – Consuelo Pereira de Almeida: Um sujeito entre o desejo e a devastaçãoResenhas
137 – Andréa Rodrigues: Modalidade do gozo, de José Antônio Pereira (org)
141 – Hélio Tavares da Silva Martins: Comédias familiares: Rei Édipo, Príncipe Hamlet, Irmãos Karamázovi, de Jairo Gerbase---------------------------------------
Equipe Editorial
Andréa Brunetto (coordenadora)
Andréa Hortélio Fernandes
Alba Abreu Lima
Daniela Scheinkman-Chatelard
Maria Helena Martinho -
Amor, desejo e gozo
n. 14 (2007)Partindo da interlocução privilegiada com a arte para interrogar o real da condição humana, a psicanálise depara-se com as vicissitudes do ser-para-o-sexo e com os impasses estruturais da vida pulsional. Longe de se restringir a uma apreensão meramente imaginária das relações, a experiência analítica convoca a uma reflexão rigorosa sobre o mistério da feminilidade e as articulações entre o amor, o desejo e o gozo, interrogando aquilo que escapa à lógica fálica e desvela a potência da criação e do pathos.
Neste 14.º volume da revista Stylus, publicação da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) sob o tema «Amor, desejo e gozo», psicanalistas e investigadores exploram as ressonâncias do Outro gozo, a disjunção entre amor e desejo e a realidade sexual do inconsciente. Através do diálogo com a literatura e o cinema, de elaborações concetuais e de desdobramentos sobre a clínica e o passe, a edição examina a travessia do sujeito em análise e as incidências da inconsistência do Outro na teoria, na prática e na própria Escola.
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Sumário
Editorial
7 – Andréa BrunettoEnsaios
11 – Maria Anita Carneiro Ribeiro: Sexo, mentiras e videotape
17 – Andréa Hortélio Fernandes: O tratamento dado às questões do amor pela psicanálise
27 – Maria Helena Martinho: André Gide, entre amor, desejo e gozo
39 – Daniela Scheinkman-Chatelard: Gozo e posição subjetiva: algumas considerações a partir do romance O Arrebatamento de Lol V. SteinTrabalho Crítico com os Conceitos
49 – Antonio Quinet: Tragiorgia: o gozo trágico da criação e o entusiasmo
65 – Sonia Alberti: O bem que se extrai do gozo
77 – Jairo Gerbase: Os signos dos discursos
93 – Sidi Askofaré: O amor desmetaforizado
105 – Zilda Machado: A via do sujeito na análise
115 – Bárbara Guatimozim: Amor, desejo e gozo na função analíticaDireção do Tratamento
127 – Elisabeth Rocha Miranda: Os Nomes do Pai e o gozo feminino
137 – Rainer Melo: O que é ser mãe?Debate: O Passe
149 – Dominique Fingermann: O momento do passe
163 – Beatriz Oliveira: Entre o testemunho e a transmissão: o lugar do passador
171 – Silvia R. R. Fontes Franco: Sobre a experiência do passeResenhas
179 – Márcia Polido: Psicologia Jurídica: Lugar de palavras ausentes, de Alba Abreu Lima
183 – Juliana da Silva Monteiro: O conceito de objeto na psicanálise: do fenômeno à escrita, de Daniela Scheinkman-Chatelard---------------------------------------
Equipe Editorial
Eliane Z. Schermann (coordenadora)
Ângela Diniz Costa
Christian Ingo Lenz Dunker
Daniela Scheinkrnan-Chatelard
Sonia Maria Gani Campos Magalhães -
Gozo: modalidades e paradoxos
n. 13 (2006)Embora a psicanálise tenha estabelecido inicialmente os conceitos fundamentais de inconsciente, repetição, transferência e pulsão, o ensino de Jacques Lacan alçou a noção de gozo à dignidade de conceito e à condição de campo operatório próprio, elevando a lógica desse incalculável da existência a uma autêntica ciência do real. Longe de se reduzir à pura mortificação pela via da linguagem, o significante atua também como causa de gozo, confrontando o ser falante com a contingência do corpo pulsional, com a desmedida da vida e com a perda incurável que resiste a qualquer tentativa de simbolização total.
Neste 13.º volume da revista Stylus, publicação semestral da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) sob o tema «Gozo: modalidades e paradoxos», psicanalistas e investigadores debruçam-se sobre as manifestações desse real irredutível. Articulando o debate concetual com as tragédias clássicas, a literatura, as questões de género e a sexuação, bem como com a direção do tratamento e o passe, a edição examina o gozo nos seus paradoxos clínicos — da fenomenologia psicossomática e do sintoma obsessivo à identificação ao sinthoma e à ética do desejo em ato.
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Sumário
Editorial
7 – Eliane Z. SchermannEnsaios
15 – Colette Soler: O que você não pode escolher
27 – Sidi Askofaré: A identificação com o sintoma
45 – Eléonore Pardo: A questão do olhar: subjetividade e discurso capitalistaTrabalho Crítico com os Conceitos
57 – Pascale Macary-Garipuy e Michel Lapeyre: Duas ou três coisas sobre o gênero, a sexuação e o gozo
71 – Moisés de Andrade Junior: A Moira em psicanálise: gozo, repetição e desejo do analista em ato
81 – Fábio Santos Bispo: Dos modos de gozo: a mística, a escrita e a ética da psicanálise
91 – Ângela Mucida: Menopausa, excesso de libido e gozo
103 – Maria Carolina Bellico Fonseca: Fenômeno psicossomático na vertente do gozoDireção do Tratamento
113 – Luis Izcovich: De uma questão preliminar a toda clínica possível da suplência
122 – Eliane Z. Schermann: Surpreso, ele ri! A experiência do objeto a na neurose obsessiva
132 – François Morel: Suicídio e passagem ao atoEntrevista
145 – Christian Dunker entrevista Marc Strauss: Como está o passe na Escola, hoje?Resenhas
157 – Nina Virginia de Araújo Leite: A casa das belas adormecidas, de Yasunari Kawabata
160 – Ida Freitas: Apresentação do livro Angústia
165 – Clarice Gatto: Histeria ou paranóia?, de Sol Aparicio---------------------------------------
Equipe Editorial
Eliane Z. Schermann (coordenadora)
Ângela Diniz Costa
Christian Ingo Lenz Dunker
Daniela Scheinkrnan-Chatelard
Sonia Maria Gani Campos Magalhães -
De que escolhas e impasses padece o sujeito?
n. 12 (2006)Freud forjou o saber da psicanálise confrontando-se com os impasses da sua experiência clínica, na qual o real em jogo se desvela sob a forma de um incurável e de um não-saber radical que move a repetição e a própria causa do desejo. Longe de qualquer ilusão de completude ou de complementaridade entre os sexos, a experiência analítica regula-se no artifício da transferência e na dimensão temporal do ato, convocando o sujeito dividido pela linguagem a assumir uma posição ativa perante as suas perdas, impasses e escolhas éticas diante do mal-estar na civilização.
Neste 12.º volume da revista Stylus, publicação semestral da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) subordinada à interrogação «De que escolhas e impasses padece o sujeito?» — reunindo contributos do IV Encontro da EPFCL-Brasil e do II Encontro Latino-Americano, realizados em torno do sexo, da vida e da morte —, psicanalistas e investigadores debatem as determinações simbólicas e as contingências do falasser. Articulando a crítica ao discurso capitalista, o tempo lógico, o complexo de Édipo e a sexuação com os impasses da clínica e o dispositivo do passe, a edição demonstra como a análise opera do efeito à causa, permitindo ao sujeito confrontar os escolhos da sua existência e sustentar um desejo decidido.
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Sumário
Editorial
7 – Eliane Z. SchermannEnsaios
13 – Carmen Gallano: Um sujeito-Outro: há uma subversão psicanalítica do sujeito sem o Outro do capitalismo?
32 – Jean-Jacques Gorog: A escolha do sujeito no tratamento psicanalítico
43 – Ana Laura Prates: A insondável decisão do ser e o tempo
51 – Eliane Z. Schermann: A escolha do sujeito ou o escolho em que o desejo "es-barra"Trabalho Crítico com os Conceitos
65 – Beatriz Elena Maya Restrepo: Entre o saber e o ser, o ‘saber fazer’ como escolha
73 – Ricardo Rojas: A escolha do final
81 – Michele Roman Faria: Constituição do sujeito e complexo de Edipo
95 – Andréa Brunetto: A banalidade do mal e a escolha dos sujeitos direção do tratamentoDireção do Tratamento
105 – Nádia Afonso de Souza Martins: Escolha da neurose ou a insondável decisão do ser. Impasses na clínica do sujeito
119 – Bárbara Guatimosim e Zilda Machado: A hombridade feminina
125 – Lenita Pacheco Lemos Duarte: "Tesão arde? Gozo dói?" Uma questão femininaDebate
145 – Em torno do passe da EPFCLResenhas
165 – Elisabete Thamer: Uma análise com Deus. O encontro de Lacan e Kierkegaard, de Yves Depelsenaire
169 – Vera Pollo: A guarda dos filhos na família em litígio, de Lenita Pacheco Lemos Duarte
172 – Robson de Freitas Pereira: Vicissitudes do objeto, de Marcus do Rio Teixeira---------------------------------------
Equipe Editorial
Eliane Z. Schermann (coordenadora)
Ângela Diniz Costa
Christian Ingo Lenz Dunker
Daniela Scheinkrnan-Chatelard
Sonia Maria Gani Campos Magalhães -
As escolha do sujeito no sexo, na vida e na morte
n. 11 (2005)Supor a existência de escolhas na vida, no sexo e na morte introduz, na perspetiva da psicanálise, uma escolha originária e estrutural: a escolha forçada, em que qualquer opção acarreta uma perda inevitável. Longe das ilusões modernas de um «livre-arbítrio», a vida do ser falante é marcada pelo corte da linguagem — a bolsa ou a vida —, revelando que a condição humana se constitui na perda e na submissão ao significante do Outro, onde a angústia emerge como o afeto que não engana.
Neste 11.º volume da revista Stylus, publicação da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) sob o tema «As escolhas do sujeito no sexo, na vida e na morte», psicanalistas e investigadores debatem os impasses e determinações que atravessam a subjetividade contemporânea. Através de conferências, ensaios clínicos, abordagens sobre a velhice, a eutanásia, a toxicodependência e a direção do tratamento, a edição aprofunda a clínica diferencial da angústia, o ato analítico e os modos como o sujeito responde ao real nos laços sociais e na civilização.
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Sumário
Editorial
7 – Angela MucidaEnsaios
13 – Colette Soler: Mudança na amarração da angústia
26 – Colette Soler: Clínica diferencial da angústia trabalho crítico com os conceitosTrabalho Crítico com os Conceitos
47 – Ângela Mucida: Velhice: do destino às escolhas, um caso clássico de eutanásia
58 – Marie-Jean Sauret: As escolhas da subjetividade de nossa época
73 – Bernard Nominé: O ato analítico, a tarefa analisante e o "fazer analítico"Direção do Tratamento
85 – Ângela Diniz Costa: Que escolha é essa?
92 – Fulvio Marone: O Homem dos lobos, entre objeto anal e olhar
105 – Maria Helena Martinho: Escolher o sentido: o caso AnaEntrevista
119 – Oscar Cirino entrevista Fernando Grossi: A escolha da drogaResenhas
131 – Sonia Alberti: A lição de Charcot, de Antonio Quinet
134 – Leandro Alves Rodrigues dos Santos: O dia em que Lacan me adotou: minha análise com Lacan, de Gerard Haddad
137 – Paulo Marcos Rona: Por causa do pior, de Dominique Fingermann e Mauro Mendes---------------------------------------
Equipe Editorial
Ângela Mucida (coordenadora)
Ângela Diniz Costel
Dominique Fingennann
Eliane Z. Schennann -
Saber-fazer com o real da clínica
n. 10 (2005)Em As perspectivas futuras da terapia analítica (1910), Freud acentuou que a psicanálise se deve debruçar sobre os problemas decorrentes do mal-estar na civilização de cada época, procurando um «saber-fazer» que acolha e trate o real aí concernido para atualizar a sua clínica. Confrontada com as manifestações irredutíveis do sintoma, com a incidência do trauma e com a emergência da angústia — afeto de exceção que não engana e permanece amarrado ao real —, a prática psicanalítica recusa as respostas hegemónicas e normatizadoras, sustentando a função da transferência para conduzir o sujeito à elaboração do seu sofrimento e à demarcação do seu ser de gozo.
Neste 10.º volume da revista Stylus, publicação semestral da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) sob o tema «Saber-fazer com o real da clínica», psicanalistas e investigadores articulam os desafios éticos e práticos da condução da cura. Por intermédio de conferências, artigos teóricos, discussões clínicas e diálogos com o campo da arte, a edição explora os destinos da angústia, da fantasia e do objeto a, aprofundando o tratamento do real presente nas afecções psicossomáticas, nas vicissitudes da histeria, da anorexia e do alcoolismo, bem como na transmissão e nas formalizações do dispositivo analítico.
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Sumário
Editorial
7 – Angela MucidaEnsaios
13 – Colette Soler: Angústia, afeto de exceção
24 – Daniela Scheinkman Chatelard: Sobre o troumatisme
31 – Eliane Z. Schermann: A angústia e a fantasia: transbordamento do real no imaginário
42 – Maria Célia Delgado de Carvalho: A função da angústia na análiseTrabalho Crítico com os Conceitos
51 – Bernard Nominé: A fantasia e sua relação com o trauma
60 – Christian Demoulin: Fazer ficção - a fixão do trauma
69 – Clícia Magalhães Pereira: Considerações freudianas sobre o alcoolismoDireção do Tratamento
83 – Carmen Gallano: O enigma da cura, através da transferência, de algumas doenças do corpo
96 – Célia Virgínia da Silva do Amaral: Trauma e a lembrança encobridora
103 – Maria Helena Martinho: Um aborto da natureza: a transferência na implicação do sujeito na fantasia
115 – François Morel: Histeria e anorexia: dois discursos?Entrevista
129 – Angela Mucida entrevista Sérgio Fingerman: O fazer artístico e sua relação com o impossívelResenhas
139 – Oscar Cirino: O sujeito não envelhece - Psicanálise e velhice, de Ângela Mucida
142 – Jairo Gerbase: O sujeito da Psicanálise, organizado por Sônia Campos Magalhães
147 – Arlindo Pimenta: Em torno do cartel, organizado por Bárbara Guatimosin---------------------------------------
Equipe Editorial
Ângela Mucida (coordenadora)
Ângela Diniz Costel
Dominique Fingennann
Eliane Z. Schennann -
Trauma e fantasia
n. 9 (2004)O conceito de trauma atravessa a totalidade da obra freudiana, permitindo à psicanálise fundar a noção de realidade psíquica em detrimento da factualidade dos acontecimentos. Ao investigar a causa dos sintomas, Freud deparou-se com um núcleo patogénico resistente à palavra e à decifração — um ponto de fixação indizível que opera como estrutura fundamental e primordial na constituição do sujeito. Retomado por Lacan através do neologismo troumatisme, o trauma revela-se como o corte inaugural promovido pela incidência da linguagem no ser vivente, um buraco no real em torno do qual o inconsciente e os significantes se ordenam. Diante desse encontro com a falta no Outro, a fantasia erige-se como uma resposta neurótica que vela a angústia e confere estabilidade ao sujeito, sustentando a sua homeostase através do objeto a sem, contudo, apagar a fixidez do real.
Neste 9.º volume da revista Stylus, publicação semestral da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) sob o tema «Trauma e fantasia», psicanalistas e investigadores desdobram a pluralidade de leituras que este eixo convoca na teoria e na prática. Reunindo ensaios teóricos, debates sobre o passe, discussões sobre o discurso contemporâneo e ilustrações clínicas — incluindo revisitações paradigmáticas do caso do Homem dos Lobos e do masoquismo —, a edição interroga o estatuto do Um, as mutações da cena primitiva e a função da fantasia, examinando os modos como a experiência analítica permite ao sujeito circunscrever o impossível e inventar novas saídas perante o trauma.
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Sumário
Editorial
7 – Angela MucidaEnsaios
11 – Antonio Quinet: O Um do impasse ao passe
19 – Marc Strauss: Cenas primitivas: ponto-de-vista do passe
28 – Eliane Z. Schermann: Angústia, trauma e gozoTrabalho Crítico com os Conceitos
45 – Colette Soler: Trauma e fantasia
60 – Dominique Fingermann: Os destinos do mal: perversão e capitalismo
77 – Jairo Gerbase: Complexo de Lacan: RSIE
87 – Clarice Gatto: Et nunc manet in te: sobre a demanda endereçada no Gide de LacanDireção do Tratamento
105 – Ana Laura Prates: O trauma é o infantil cena primária: verdade e ficção no caso do "Homem dos Lobos"
116 – Susana Díaz: A ressonância do trauma
124 – Rosane Melo: Dos traumatismos ao sintomaEntrevista
135 – Gilberto G. Gobbato entrevista Henry Krutzen: A topologia lacanianaResenhas
143 – Daniela Scheinkman-Chatelard: Clinique des névroses, de Solange Faladé
147 – Neusa Santos Souza: O dragão pousou no espaço, de Lula Wanderley
150 – Elisabete Thamer: Ce que Lacan disait des femmes, de Colette Soler---------------------------------------
Equipe Editorial
Ângela Mucida (coordenadora)
Delma Gonçalves
Graça Pamplona
Maria Helena Martinho -
Sujeito e Gozo
n. 8 (2004)Escrever sobre a clínica e interrogar as diversas formas discursivas implica confrontar-se com a contingência e o impossível da própria escrita, na medida em que o gozo, interdito ao ser falante, resiste à apreensão total pelo significante e impõe o fracasso como condição de elaboração. Para a psicanálise, o sujeito não constitui uma substância provida de qualidades, mas um efeito determinado pela linguagem; contudo, o gozo, real e inassimilável, manifesta-se com um caráter de pura efetividade nos sintomas — revelando tanto os traços que a palavra tenta nomear quanto a parcela não significantizável que sela a modalidade singular de gozar de cada falasser.
Neste 8.º volume da revista Stylus, publicação semestral da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) dedicada à temática «Sujeito e gozo», psicanalistas e investigadores articulam as maneiras pelas quais a clínica opera sobre o real. Através de ensaios teóricos sobre a temporalidade lógica e a nodalidade borromeana, de reflexões críticas acerca da ciência e do discurso capitalista, bem como de investigações clínicas em torno da dor, dos fenómenos psicossomáticos, da histeria e da neurose obsessiva, a edição interroga o estatuto do corpo e a função do sintoma, sustentando a possibilidade de o sujeito se responsabilizar analiticamente por aquilo que o determina.
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Sumário
Editorial
7 – Angela MucidaEnsaios
11 – Dominique Fingermann: A temporalidade do sujeito
21 – Daniela Scheinkman Chatelard: A foice do tempo
28 – Maria Célia Delgado de Carvalho: O sujeito na psicanálise
34 – Henry Krutzen: Circuito subjetivo e nodalidade
39 – Angela Mucida: O sujeito não envelhece: psicanálise e velhiceTrabalho Crítico com os Conceitos
55 – Christian Ingo Lenz Dunker: A crença em psicanálise: elementos para uma concepção de ato
69 – Eliane Z. Schermann: O corpo, o exílio e o que père-severa
84 – Vera Pollo: O corpo entre a psicanálise e a ciência
97 – Elaine Starosta Foguel: Psicanálise e dor: concentrada está a sua almaDireção do Tratamento
109 – Lenita Pacheco Lemos Duarte: A compulsão à repetição nas brincadeiras infantis
121 – Maria Helena Martinho: Versões do pai num caso de neurose obsessivaResenhas
153 – Elisabeth da Rocha Miranda: Mulheres histéricas, de Vera Pollo
156 – Sonia Alberti: A relação mãe e filha, de Malvine Zalcberg
158 – Silvana Pessoa: O ato psicanalítico, coletânea de textos da II Jornada do Campo Psicanalítico---------------------------------------
Equipe Editorial
Ângela Mucida (coordenadora)
Delma Gonçalves
Graça Pamplona
Maria Helena Martinho -
Versões da práxis psicanalítica
n. 7 (2003)Submeter a própria análise ao esquema operacional que ela inaugurou implica apreender, na elaboração teórico-clínica, as formas de avançar na reconquista da realidade autêntica do inconsciente pelo sujeito dividido pela linguagem. Longe de se reduzir a uma aplicação dogmática da doutrina, o ato da escrita na psicanálise inscreve-se como um rigoroso trabalho de transmissão e de luto perante o impossível de dizer, no qual a materialidade da letra rasga as certezas prévias e interroga a prática analítica no tratamento do real e das manifestações do gozo.
Neste 7.º volume da revista Stylus, publicação semestral da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) subordinada ao tema «Versões da práxis psicanalítica», analistas e investigadores reúnem ensaios, debates conceituais e casos clínicos que articulam a diversidade da experiência analítica. A edição aprofunda as formulações sobre o fim de análise — contemplado sob os eixos do transfinito matemático e da tragédia poética claudeliana —, as construções topológicas na garrafa de Klein, o estatuto discursivo da histeria e das instituições analíticas, os diálogos da clínica com a retórica e a pulsão epistemofílica, bem como a direção do tratamento nas neuroses, nas psicoses e nas leituras de Radiofonia.
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Sumário
Editorial
5 – Bárbara GuatimosimEnsaios
9 – Tânia Mara Costa Pinto: Análise terminável e interminável I: o transfinito
36 – Tânia Mara Costa Pinto: Análise terminável e interminável II: um percurso pela trilogia de Paul Claudel
52 – Carlos Bermejo Mozas: Uma lógica paramétrica realizada sobre a garrafa de Klein: a alienação na tópica narcísica e a articulação Isso-Ics
70 – Antonio Quinet: HisteriasTrabalho Crítico com os Conceitos
87 – Luís F. G. Andrade: As instituições psicanalíticas e seus discursos
98 – Elisabete Thamer: Contra a semantofilia: Lacan e a retórica
109 – Glória Justo: A pulsão epistemofílica nas teorias freudiana e lacaniana
121 – Clícia Magalhães Pereira: Alcoolismo: questões sobre o sintomaDireção do Tratamento
129 – Sonia Borges: A lógica do delírio
140 – Elisabeth da Rocha Miranda: Um caso de histeria masculina: parecer ser homem ou mulher?
150 – Josefa Yuta Pech: Um olhar para Maria
159 – Eliane Z. Schermann: Relendo o caso Dora. A histeria: o saber e a verdade na direção do tratamento
171 – Lenita Pacheco Lemos Duarte: O giro do discurso em um caso de neurose obsessiva
184 – Maria Helena Martinho: Um caso de neurose obsessiva em uma mulher
196 – Marcia de Assis: A questão histérica no meio do caminhoEntrevista
207 – Regina Teixeira da Costa entrevista Jairo Gerbase sobre a Radiofonia de Jacques LacanResenhas
219 – Clarice Gatto: O Gozo en-cena: sobre o masoquismo e a mulher, de Eliane Z. Schermann
222 – Gilberto Gobbato: Antonin Artaud, réalité et poésie, de Pierre Bruno---------------------------------------
Equipe Editorial
Bárbara Guatimosim (coordenadora)
Ângela Diniz Costa
Delma Gonçalves
Graça Pamplona -
Angústia e sintoma
n. 6 (2003)Ao fundar a Escola Francesa de Psicanálise, Lacan realizou um gesto solitário impulsionado pela causa analítica, equiparando esse momento inaugural ao próprio ato analítico que recorta, organiza e reordena o laço institucional e o trabalho entre os analistas. Essa fundação estabeleceu como meta a restauração da verdade cortante da psicanálise freudiana, destituindo os analistas de garantias prévias quanto aos saberes instituídos e convocando-os a uma exigência ética: a de submeter todo o empreendimento pessoal ao crivo da crítica interna e externa. Assim, a instituição psicanalítica assumiu a condição de Escola, concebida como uma experiência formadora inseparável do dever de publicação e da crítica rigorosa da sua produção.
Neste 6.º volume da revista Stylus, subordinado ao tema «Angústia e sintoma», celebra-se a criação da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano, apoiada juridicamente pela Associação Fóruns do Campo Lacaniano. Assumindo o compromisso de expor a práxis analítica à verificação e à crítica, a publicação reafirma a responsabilidade de sustentar a dimensão científica e os fundamentos da psicanálise perante a comunidade e o espaço público.
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Sumário
Editorial
5 – Graça PamplonaEnsaios Clínicos
9 – Antonio Quinet: O sintoma: daquele que engana ao que não esgana
18 – Dominique Fingermann: Sintoma... ou angústia
29 – Clarice Gatto: Las meninas e o sintoma
38 – Eliane Z. Schermann: Angústia e sintoma: conjunturas e transbordamento do real
50 – Sonia Alberti: O sintoma, a toxicomania
57 – Gilberto Gênova Gobbato: O sujeito e as funções do pai
66 – Daniela Scheinkman-Chatelard: Do objeto transicional à relação de objeto
73 – Didier Castanet: O real do corpo: fenômenos psicossomáticos e sintoma incidências clínicas
80 – Eduardo Garcia Dupont: O trabalho e o amor: dois paradigmas da clínica psicanalíticaDireção do Tratamento
91 – Ângela Mucida: Isso que não engana sob o que engana
99 – Lenita Pacheco Lemos Duarte: O mito da "princesa despedaçada e da águia do estresse": a angústia de uma criança
124 – Maria Madalena Kfuri Mendes: Enquanto há vida, há vida... e um sujeito
129 – Neusa Santos Souza: O que pode um analista aprender com os pacientes psicóticos?
136 – Silvia Grebler Myssior: O que a psicanálise com criança nos ensina?
151 – Elisabeth da Rocha Miranda: O percurso conceitual de uma análise na histeria
159 – Delma Mª Fonseca Gonçalves: A dimensão do Outro na angústiaPsicanálise, Estilo, Arte
167 – Anibal Dreyzin: Algo pelo estilo ou encore écornés
175 – Sílmia Sobreira: Um significante maltratadoRevisitando os Conceitos
183 – Maritza Garcia e Fernanda Dias: Que lugar para a hipocondria?Resenhas
215 – Jairo Gerbase: Autres écrits, de Jacques Lacan
217 – Elisabete Thamer: Die gnadenlose Liebe [O amor inclemente], de Slavoj Žižek---------------------------------------
Equipe Editorial
Graça Pamplona (coordenadora)
Ângela Diniz Costa
Delma Gonçalves -
O real da clínica
n. 5 (2002)Neste 5.º volume da revista Stylus, subordinado ao tema «O real da clínica», a publicação acompanha o processo em curso de construção da Escola de Psicanálise do Campo Lacaniano, consolidando a passagem do tempo de compreender para o tempo de fazer Escola em torno do real que comanda a prática e a existência do sujeito. Retomando a indicação de que o fundamento da psicanálise em extensão se ancora na experiência em intensão, a edição sublinha a dimensão clínica de Lacan — sustentada nas apresentações de doentes e no tratamento da psicose — e afirma o discurso analítico como um novo laço social, avesso à dominação e ao assujeitamento do outro.
Convergindo para o elemento ético formulado a propósito da destituição subjetiva, o editorial evidencia que a ultrapassagem da repetição mortífera exige que o analista se mantenha constantemente na posição de analisante e revitalize a teoria perante o impossível em jogo. A revista afirma-se, assim, como um espaço coletivo de trabalho e interlocução — uma comunidade de «lautores» (leitores e autores) e decifradores que, a partir da letra que resta da operação analítica, colocam a escrita em debate para fazer avançar a transmissão e a práxis analítica em confronto direto com o real.
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Sumário
Editorial
5 – Kátia Botelho de CarvalhoSeminário
11 – Colette Soler: Variantes da destituição subjetiva: suas manifestações, suas causas - aula 1
24 – Colette Soler: Variantes da destituição subjetiva: suas manifestações, suas causas - aula 2Escola, Formação e Transmissão
41 – Barbara Cassin: Doxografia e psicanálise, ou como transmitir?
61 – Eliane Schermann: Escola: comunidade de analistas e não-analistas
70 – Nuria Malajovich Muñoz: Hainamoration: a face real da paixãoDesejo do Analista e Ato
81 – Marie-Jean Sauret: Do fracasso do ato ao desejo do analista, o "fazer escola"
92 – Maria Angélia Teixeira: O discurso do psicanalista: topologia e clínicaO Real da Clínica
107 – Bernard Nominé: Lacan na escola do saber do sujeito psicótico
117 – Maritza Garcia: De que Celina se trata? Um breve estudo sobre o desencadeamento de um surto paranóicoEntrevista
131 – Clarice Gatto entrevista Emir Sader: Sete questões capitais a propósito da segregaçãoResenhas
147 – Ana Laura Prates Silva: O cálculo neurótico do gozo
151 – Regina Teixeira da Costa: Um olhar a mais---------------------------------------
Equipe Editorial
Kátia Botelho de Carvalho (coordenadora)
Ângela Diniz Costa
Clara Lúcia lnem
Delma Ma. Fonseca Gonçalves
Gilberto Gênova Gobbato
Jairo Gerbase -
O que se espera de um psicanalista?
n. 4 (2002)A interrogação sobre «o que se espera de um psicanalista?» convoca a psicanálise a confrontar-se com as premissas éticas da sua práxis, na medida em que a emergência do analista não procede de uma investidura burocrática ou de garantias prévias do saber, mas sim do ato analítico e da destituição subjetiva operada no termo de uma análise. Ao afastar-se da ilusão do Um e do conforto dos ideais unificadores, o exercício da psicanálise ancora-se na lógica da heteridade e do não-todo, exigindo um sujeito capaz de suportar o lugar de causa de desejo e de se confrontar com a incompletude e o real que a linguagem não cessa de contornar.
Neste 4.º volume da revista Stylus, publicação da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL) subordinada ao tema «O que se espera de um psicanalista?», reúnem-se ensaios, intervenções clínicas e depoimentos que testemunham o ato de criação e construção da Escola de Psicanálise do Campo Lacaniano. Através de reflexões sobre a transmissão, o dispositivo do passe, o desejo do analista, a noção de suplência e os impasses da direção da cura — desde a abordagem das psicoses e a intervenção com recém-nascidos prematuros até à revisitação histórica de Ferenczi —, a edição formula uma lógica coletiva fundada na elaboração partilhada, no rigor concetual e na sustentação de uma prática que não recua perante o impossível da sua causa.
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Sumário
Editorial
5 – Kátia Botelho de CarvalhoEscola, Formação e Transmissão
9 – Antonio Quinet: Heteridade, análise e Escola
18 – Nina Virgínia de A. Leite: Que Escola?
24 – Ângela Mucida: Escola necessária
33 – Bárbara Guatimosim: Em torno da causa
42 – Clarice Gatto: A transmissão de uma experiênciaDesejo do Analista e Ato
55 – Mauro Mendes Dias: O que se espera de um psicanalista, hoje?
60 – Eliane Z. Schermann: A Escola: desejo do analista e a deriva da pulsão
68 – Didier Castanet: Da eficiência do ato e do desejo do psicanalista
75 – Ângela Diniz Costa: O desejo do analista e o objeto aDireção da Análise
85 – Christian Ingo L. Dunker: Sobre a noção de suplência no tratamento psicanalítico
93 – Delma Mª. Fonseca Gonçalves: Ferenczi - uma história que deve ser lembrada
101 – Daniela S. Chatelard: O desejo do psicanalista ante a clínica com bebês prematurosEntrevista
Sobre a fundação da Escola
109 – Bernard Nominé
111 – Ana Martinez
112 – Ângela Mucida
114 – Antonio Quinet
116 – Didier Castanet
119 – Dominique Fingermann
119 – Elisabeth SaporitiResenhas
125 – Ângela Mucida: Psicanálise e psiquiatria com criança
128 – Lúcia Bernardes: Revisitando o estilo---------------------------------------
Equipe Editorial
Kátia Botelho de Carvalho (coordenadora)
Ângela Diniz Costa
Clara Lúcia lnem
Delma Ma. Fonseca Gonçalves
Gilberto Gênova Gobbato
Jairo Gerbase
Bárbara Guatimosim (colaboradora) -
Lacan no século
n. 3 (2001)Neste 3.º volume da revista Stylus, publicação da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL), assinala-se um momento de transição e um «tempo de concluir», consolidando a passagem do formato anterior («link do Espaço-Escola») para a afirmação definitiva da Stylus como Revista de Psicanálise da AFCL. Fruto de uma aposta partilhada e de um desejo renovado de trabalho, a edição dedica-se a homenagear o centenário do nascimento de Jacques Lacan, fazendo ressoar o impacto e a fecundidade do seu ensino na cultura, na produção científica, na formação do analista e na direção da cura.
Configurando-se como um espaço coletivo pautado pelo rigor e pela singularidade de cada escrita, o volume visa avançar na elaboração da teoria psicanalítica em confronto direto com o real da clínica — fundamento essencial da formação analítica e da proposta lacaniana de «fazer Escola». Através de entrevistas, testemunhos, secções de clínica, resenhas e debates em torno da instituição, o número acolhe o entusiasmo da comunidade do Campo Lacaniano em efetivar uma Escola de Psicanálise referenciada no ensino de Lacan, recolhendo os efeitos e as exigências do discurso analítico.
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Sumário
Editorial
5 – Ângela Diniz CostaO Final de Análise e o Passe
9 – Pierre Bruno: Passe sem fim
14 – Dominique Fingermann: A insustentável leveza do ser
20 – Florencia Farías: As marcas do amor no final de análise
27 – Isabelle Morin: Duas faces do objeto a na fantasia
32 – Marie-Jean Sauret: É preciso saber deixar cair o próprio passe
37 – Albert Nguyên: As condições de um fim lacaniano da análiseEscola, Formação, Desejo do Analista e Ato
47 – Antonio Quinet: A causa analítica
56 – Sílmia Sobreira: As repercussões do ato analítico
60 – Ângela D. Costa/ Zilda Machado: A função desejo do analista: lugar da causa
68 – Bárbara Maria B. Guatimosim: O analista como desejo e discurso
75 – Ana Canedo: A formação na escola
81 – Ana Laura Prates: Fazer escola: do amor de transferência à transferência de trabalhoDossiê Lacan no Século
89 – Gilberto G. Gobatto: Psicanálise e arte: um ato
95 – Regina T. da Costa: A psicanálise e suas incidências na cidade
102 – Marco Antonio Coutinho Jorge: A influência de Jacques Lacan na psicanálise brasileira
109 – Maria Nazareth Plentz: O caminho do desejo: a verdade tem estrutura de ficção
115 – Maria Vitoria Bittencourt: A psicanálise e seu destinoA Direção da Análise
129 – Sylvana Souza Clastres: Um silêncio em trabalho
135 – Clarice Gatto: O discurso do analista atravessa "uma outra cena"
145 – Lenita Pacheco Lemos Duarte: O jogo dos significantes e o sintoma da criança
152 – Sonia Borges: "De A a Z", a escrita do delírio
162 – Kátia Botelho de Carvalho: Sublimierung - a pulsão em sua derivaEntrevista
173 – Laure Thibaudeau: Uma palavra sobre Jacques Lacan
174 – Franz Kaltenbeck: Uma palavra sobre Jacques Lacan
176 – Hugo César Tavares: Aquilo que resta
178 – Marc Strauss: Meu encontro com LacanResenhas
183 – Sônia Alberti: Desejo e sintoma
185 – Christian Ingo Lenz Dunker: Feminilidade e psicanálise---------------------------------------
Equipe Editorial
Ângela Diniz Costa (coordenadora)
Andréa Hortélio Fernandes
Gilberto Gênova Cabbato
Kátia Botelho
Zilda Machado
