n. 16 (2008): Família e inconsciente II

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A família mudou, mas o que nela permanece? Diante das transformações sociais contemporâneas, de novas configurações parentais e das novas formas do Direito de intervir nos laços interpessoais, muito se fala na "crise" ou no "fim" da instituição familiar. Contudo, do ponto de vista da psicanálise, a família continua viva e desempenhando seu papel estruturante.

Neste 16.º volume da revista Stylus, publicação da Associação Fóruns do Campo Lacaniano (AFCL), psicanalistas e pesquisadores debruçam-se sobre a família não como uma forma biológica ou jurídica rígida, mas como uma construção da realidade psíquica e lugar de transmissão da falta, do desejo e do inconsciente.

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Sumário

Editorial
7 – Andréa Brunetto

Ensaios
13 – Joan Salinas-Rosés: Psicanálise e psicoterapia. O desejo do analista?
23 – Gabriel Lombardi: Nomeação e tipo clínico
31 – Vera Pollo: Vozes de família

Trabalho Crítico com os Conceitos
45 – Colette Soler: Nomeação e contingência
53 – Zilda Machado: A família está viva!
67 – Bárbara Guatimosim: Da filiação à nobre bastardia: linhagem real do desejo

Direção do Tratamento
77 – Bernard Nominé: Amor e sintoma: os laços do amor e o nó do sintoma
89 – Lenita Pacheco Lemos Duarte: O “guardião” dos filhos nas separações conjugais e divórcios: de quem é a escolha?

Entrevista
105 – Andréa Brunetto entrevista Manel Rebollo: O Campo Lacaniano na Espanha

Resenhas
125 – Didier Castanet: Le Séminaire, livre XXIII: le sinthome, de Jacques Lacan
131 – Andréa Brunetto: O inconsciente a céu aberto na psicose, de Colette Soler
135 – Vera Pollo: A subjetividade por vir – ensaios críticos sobre a voz obscena, de Slavoj Zizec

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Comissão de Publicação de Stylus
Andréa Hortélio Fernandes
Alba Abreu Lima
Andréa Brunetto (coordenadora)
Daniela Scheinkman-Chatelard
Maria Helena Martinho

Publicado: 23-04-2008