Marguerite Duras, femme de lettres
DOI:
https://doi.org/10.31683/stylus.v0i38.409Palabras clave:
Marguerite Duras, Literatura, Artista, IdentidadResumen
Trabajo sobre la función de la escritura de libros para Marguerite Duras, desde el momento en que publicó su primera novela, durante la Segunda Guerra, pasando por el período que denominó “la locura de la escritura” hasta una de sus últimas entrevistas sobre el tema. Sin dejarnos seducir por las historias tantas veces contadas sobre su infancia, tentadoras para explicar su necesidad de escribir, esbozamos la hipótesis, frente al caso clínico de la artista, que Marguerite Duras escribía para liberarse. La investigación deja abierto lo que se puede aportar sobre la cuestión de la nominación y su relación con el saber.
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